Era hora de ir para a cama, e o Coelhinho agarrou-se firme nas longas orelhas do Coelho Pai.
Ele queria ter certeza de que o Coelho Pai o estava a ouvir.
- Adivinha quanto eu te amo? - disse ele.
- Ah, acho que isso eu não consigo adivinhar - respondeu o Coelho Pai.
- Tudo isso - disse o Coelhinho, esticando os seus bracinhos o máximo que podia.
Só que o Coelho Pai tinha os braços mais compridos. E disse:
- E eu te amo tudo isto!
Huuum, isso é um bocado, pensou o Coelhinho.
- Eu te amo toda a minha altura - disse o Coelhinho.
- E eu te amo toda minha altura - disse o Coelho Pai.
Puxa, isso é bem alto, pensou o Coelhinho. Eu queria ter os braços compridos assim.
Então o Coelhinho teve uma boa ideia. Ele virou-se de ponta cabeça, apoiando as patinhas na árvore.
- Eu te amo até as pontas dos dedos de meus pés!
- E eu te amo até as pontas dos dedos dos teus pés - disse o
Coelho Pai balançando o filho no ar.
- Eu te amo a altura de meu pulo! - riu o Coelhinho saltando, para lá e para cá.
- E eu te amo a altura do meu pulo - riu também o Coelho Pai e saltou tão alto que suas orelhas tocaram os galhos das árvores.
- Eu te amo toda a estradinha daqui até o rio - gritou o Coelhinho.
- Eu te amo até depois do rio até as colinas - disse o Coelho Pai.
É uma bela distância, pensou o Coelhinho.
Ele estava sonolento demais para continuar pensando.
Então ele olhou para além das copas das árvores, para a imensa escuridão da noite.
Nada podia ser maior do que o Céu.
- Eu te amo ATÉ A LUA! - disse ele, e fechou os olhos.
- Puxa, isso é longe disse o Coelho Pai. Longe mesmo!
O Coelho Pai deitou o Coelhinho na sua caminha de folhas. E então inclinou-se para lhe dar um beijo de Boa Noite.
Depois, deitou-se ao lado do filho e sussurrou sorrindo:
- Eu te amo até a lua...IDA E VOLTA!
AMO este livro o IGOR tbm)
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
10 Coisas que eu odeio em vc!!!
"Odeio o modo como fala comigo
E como corta o cabelo
Odeio como dirigi o meu carro
E odeio seu desmazelo
Odeio suas enormes botas de combate
E como consegue ler minha mente
Eu odeio tanto isso em você
Que até me sinto doente
Odeio como está sempre certo
E odeio quando você mente
Odeio quando me faz rir muito
Mais quando me faz chorar...
Odeio quando não está por perto
E o fato de não me ligar
Mas eu odeio principalmente
Não conseguir te odiar
Nem um pouco
Nem mesmo por um segundo
Nem mesmo só por te odiar"
E como corta o cabelo
Odeio como dirigi o meu carro
E odeio seu desmazelo
Odeio suas enormes botas de combate
E como consegue ler minha mente
Eu odeio tanto isso em você
Que até me sinto doente
Odeio como está sempre certo
E odeio quando você mente
Odeio quando me faz rir muito
Mais quando me faz chorar...
Odeio quando não está por perto
E o fato de não me ligar
Mas eu odeio principalmente
Não conseguir te odiar
Nem um pouco
Nem mesmo por um segundo
Nem mesmo só por te odiar"
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Carta a minha amada!
Quando te encontrar nenhuma luz será mais intensa que teu sorriso,
nenhuma dor maior que tua partida.
E eu te amarei como sempre sonhei.
Tua simples presença será o bastante para me preencher;
e o vazio não haverá no plenitude que a menção de teu nome me trará
Nenhuma visão será mais doce que tu.
Serei feliz por te-la, por amar você, por simplesmente ter sido abençoado com teu afeto.
Tua tristeza será minha, e minha tristeza não será, ela não poderá existir se estiveres comigo.
E os anjos irão suspirar quando nos verem e Deus ira sorrir.
As flores abrirão por onde passarmos, não para que possamos ver,
e sim para contemplar um amor verdadeiramente puro.
Quando chegares não haverá papéis e poesias;
Nossos passos serão poemas escritos na areia do tempo.
Destino
Pouco me importa que as águas da morte me levem consigo,
Ainda assim te amarei,
Ainda assim terás chego a tempo.
Quando te encontrar nenhuma luz será mais intensa que teu sorriso,
nenhuma dor maior que tua partida.
E eu te amarei como sempre sonhei.
Tua simples presença será o bastante para me preencher;
e o vazio não haverá no plenitude que a menção de teu nome me trará
Nenhuma visão será mais doce que tu.
Serei feliz por te-la, por amar você, por simplesmente ter sido abençoado com teu afeto.
Tua tristeza será minha, e minha tristeza não será, ela não poderá existir se estiveres comigo.
E os anjos irão suspirar quando nos verem e Deus ira sorrir.
As flores abrirão por onde passarmos, não para que possamos ver,
e sim para contemplar um amor verdadeiramente puro.
Quando chegares não haverá papéis e poesias;
Nossos passos serão poemas escritos na areia do tempo.
Destino
Pouco me importa que as águas da morte me levem consigo,
Ainda assim te amarei,
Ainda assim terás chego a tempo.
O anjo e a morte
Insanidade
Aos bardos e poetas antigos, uma lenda foi contada, e esta possuía o segredo do equilíbrio do universo, história só perdura entre os espíritos noturnos e poetas da noite...
A morte, esposa derradeira de belos e simples homens, reis e guerreiros, heróis e sátrapas a todos possuía exceto a um anjo, ao qual sua corte de beijos gélidos e mórbidos suspiros não seduziu, ele vivia e morria todos os dias pois seu sangue era fel, e seu nome era tempo, grãos de areia da ampulheta do tempo brilhavam no céu ao anoitecer e ele emprestava o azul de seus olhos para o belo e claro dia e o atro e triste negro de seu coração para ser o manto celeste das estrelas.
Enquanto ele simplesmente vagava na terra em busca de algo que lhe foi negado pelo ceticismo de sua dor, a morte, senhora de tudo que existe... morria, porque onde ele passava flores surgiam e a natureza sorria a vida voltava radiante, mas ela o amava, e o amava com uma intensidade que fazia os mortos ouvirem. E ele em sua busca vaga, sem objetivo, sem esperança e sem paz; não a via. Ele não tinha o amor que ela tinha, talvez tivesse amor, amor pela luta, pela dor, pela justificativa de seu sofrimento porque tudo passa e nada, nada mesmo dura para sempre, o tempo sempre leva as coisas boas para a insanidade do destino.
A morte pereceu; estava doente, algo inexplicável, algo que doía, doía muito.
E só o tempo podia curar.
Já ele que sentia que nunca amaria de verdade, entendeu pela primeira vez que o destino é certo, mas é cego, e a morte é a única certeza, sempre de braços abertos no fim da vida.
Ele viu que seu ciclo já findara e se rendeu no fim esperado.
Mas a morte não fora busca-lo; ele chorou e perguntou a si:
Onde estás?
E a vida ao seu redor triste lhe falou que a morte se fora.
Ele notou que faltava algo, e tudo parou!
Loucamente a vida parou, e foi então que a morte surgiu e o tempo entendeu que seu papel sempre fora traçar o caminho de tudo e todos até ela; e agora traçava o seu.
Bem, se eles estão juntos? Não sei, o tempo nunca para, mas sempre vai até onde a vida acaba e começa os braços da morte.
Mas isso é só uma história de velhos anjos, e talvez nem possa ser verdade.
Aos bardos e poetas antigos, uma lenda foi contada, e esta possuía o segredo do equilíbrio do universo, história só perdura entre os espíritos noturnos e poetas da noite...
A morte, esposa derradeira de belos e simples homens, reis e guerreiros, heróis e sátrapas a todos possuía exceto a um anjo, ao qual sua corte de beijos gélidos e mórbidos suspiros não seduziu, ele vivia e morria todos os dias pois seu sangue era fel, e seu nome era tempo, grãos de areia da ampulheta do tempo brilhavam no céu ao anoitecer e ele emprestava o azul de seus olhos para o belo e claro dia e o atro e triste negro de seu coração para ser o manto celeste das estrelas.
Enquanto ele simplesmente vagava na terra em busca de algo que lhe foi negado pelo ceticismo de sua dor, a morte, senhora de tudo que existe... morria, porque onde ele passava flores surgiam e a natureza sorria a vida voltava radiante, mas ela o amava, e o amava com uma intensidade que fazia os mortos ouvirem. E ele em sua busca vaga, sem objetivo, sem esperança e sem paz; não a via. Ele não tinha o amor que ela tinha, talvez tivesse amor, amor pela luta, pela dor, pela justificativa de seu sofrimento porque tudo passa e nada, nada mesmo dura para sempre, o tempo sempre leva as coisas boas para a insanidade do destino.
A morte pereceu; estava doente, algo inexplicável, algo que doía, doía muito.
E só o tempo podia curar.
Já ele que sentia que nunca amaria de verdade, entendeu pela primeira vez que o destino é certo, mas é cego, e a morte é a única certeza, sempre de braços abertos no fim da vida.
Ele viu que seu ciclo já findara e se rendeu no fim esperado.
Mas a morte não fora busca-lo; ele chorou e perguntou a si:
Onde estás?
E a vida ao seu redor triste lhe falou que a morte se fora.
Ele notou que faltava algo, e tudo parou!
Loucamente a vida parou, e foi então que a morte surgiu e o tempo entendeu que seu papel sempre fora traçar o caminho de tudo e todos até ela; e agora traçava o seu.
Bem, se eles estão juntos? Não sei, o tempo nunca para, mas sempre vai até onde a vida acaba e começa os braços da morte.
Mas isso é só uma história de velhos anjos, e talvez nem possa ser verdade.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Veneno
O amor é lindo,
Até pode ser...
Mas para quem ama e não é correspondido?
Vive uma vida vazia com o coração magoado...
Ou não tem coragem de se declarar
E sofre ressentido com isso?
Talvez a única cura para o amor seja ele mesmo,
Recíproco
E quem não tem esse precioso antídoto?
Talvez parta (d’aqui)
Sinta-se traído até mesmo pelo cupido.
segunda-feira, 23 de março de 2009
Quem sois que me espia no espelho?
Quero marcar meu corpo a fogo
antes que minha alma se incendei.
Se a luz me toca o corpo,
não me ilumina a alma.
E
Se te vejo não durmo
Se te perco não vivo
E assim prossiga
Nesse amor pagão
Destino tecelao
que trama minha cina.
És cerne que me faz forte
Se te perco já não me abrigo
Sofro em jazigo
Espera da morte!
antes que minha alma se incendei.
Se a luz me toca o corpo,
não me ilumina a alma.
E
Se te vejo não durmo
Se te perco não vivo
E assim prossiga
Nesse amor pagão
Destino tecelao
que trama minha cina.
És cerne que me faz forte
Se te perco já não me abrigo
Sofro em jazigo
Espera da morte!
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